A praga do Zumbi Corporativo – Não deixe a Síndrome de Gabriela contaminar sua organização em tempos digitaiss

Edição Novembro 2025

Por Carlos Magalhães

Esta edição propõe uma reflexão profunda sobre o que o autor denomina Doença do Zumbi Corporativo — um estado avançado de esgotamento emocional e cognitivo no qual organizações e profissionais continuam operando, entregando resultados e cumprindo metas, mas sem significado, engajamento ou conexão humana. Utilizando a metáfora do zumbi, o texto descreve empresas que se mantêm “funcionando”, porém destituídas de propósito, consciência e vitalidade organizacional.

Ao longo da edição, são analisadas as causas estruturais desse fenômeno, como a sobrecarga informacional, a obsessão por indicadores superficiais, a fragmentação do pertencimento, o cerceamento do pensamento crítico e o uso da tecnologia — especialmente da inteligência artificial — como analgésico cognitivo, capaz de mascarar a exaustão intelectual sem enfrentá-la. O texto evidencia como a transição da Síndrome de Gabriela (conformismo) para o Zumbi Corporativo representa a normalização do vazio sob o disfarce da eficiência.

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